IV Entre Mundos: Feira Cultural da Idade Antiga e Medieval recebe oficinas e intervenções em espaços alternativos

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Oficinas e intervenções de danças diversas em espaços alternativos aconteceram durante toda a programação da 4ª edição do projeto “Feira Entre Mundos”, realizada em 27 de Outubro de 2018, na Associação Desportiva Cica, em Várzea Paulista-SP.

Afora o quiosque central, sala de palestras e atividades externas já tradicionais do evento, como os jogos de RPG, arquearia com a Uybassay, swordplay com a Falkisgate e experiências visuais com a Turma do Gavião, a edição deste ano trouxe enfoque para novos ambientes, presentes também na edição de 2016, e ainda em fase de aprimoramento: a Tenda das Artes, espaço para oficinas diversas, incluindo bordados manuais e plantas de cura, e a Vila Medieval que, além da feira de artesanatos específicos, trouxe intervenções e atividades integrativas, interação com os visitantes e maior participação dos mesmos, como as rodas de bate-papo, jam’s e apresentações em flash mob. O grupo de batalhas Ordo Draconis Belli também esteve presente.

Na IV Entre Mundos, o público deixa de ser apenas um espectador para se tornar ativo nas atividades da Feira.

A dança ganhou destaque com a variedade de apresentações, diversidade de tribos e oficinas de 40 minutos até 1h30 de duração, com artistas que já são tradição do evento, como o grupo Draumur, mas também abriu espaço para novos grupos, especialmente de cultura cigana, tribal e celta, possibilitando a troca de experiências e uma grande confraternização. No quiosque central, grupos se juntaram para dançar espontaneamente, formando rodas em diversos pontos do local. O grupo SASPD de gaita escocesa esteve mais uma vez no evento e surpreendeu com uma apresentação de dança. A partir das 22 horas, desta vez com entrada franca, a noite de folk metal trouxe a participação de dançarinos de tribal e dark fusion na Taberna Entre Mundos.

Os grupos Tenda Cigana e Alma Cigana bem como Esmeralda, do Espaço Filhos do Vento, e Shaira Alarai enriqueceram a programação do dia com danças da cultura cigana. À meia-noite, o grupo Espírito Gitano brindou o público com uma apresentação de dança cigana tradicional, incluindo acessórios e elementos como adagas, espadas, castanholas e véus. Factima el Samra, Macrameria Loba Luna e WN Sopros Nativos ministraram oficinas de danças circulares celtas. As Zingaraladies, do Instituto Kether, trouxe diferentes apresentações de danças étnicas. A artista solo Anna Lua apresentou uma dança interpretativa. Já a Cia Marcelo Justino, em parceira com o espaço Rainhas do Nilo, trouxeram uma leitura dos minuetos. De American Tribal Style, os grupos Sisterhood Project, Núcleo Juliana Santos e Amira marcaram presença. A Trupe Dakinih, de Tribal Fusion, também se apresentou no evento. Durante a noite de Taberna, os artistas Quin Roque, Dayeah Khalil, Simoni Felix, Karina Costa, Viviane Andrade e eu, Melissa Souza, fizeram apresentações intercaladas entre as bandas de Folk Metal.

Na programação musical, a atriz norueguesa Ingvild Deila participou com o grupo Olam Ein Sof e novas bandas marcaram presença no evento, como Oaklore e Riff Coven. O evento recebeu também a violinista Raiane Star e o projeto Contos Cantados. Diretamente do Rio de Janeiro, a banda Pagan Throne abriu a noite da Taberna. Apesar dos contratempos pessoais, a banda Opus Tenebrae também tocou e não deixou a desejar, e o Dark Inquisition encerrou a noite.

Os ritos e bençãos são momentos importantes da Feira, que marcam os períodos de início e encerramento da programação. As bençãos de abertura aconteceu às 13h15, com o Clã Fidnemed an Sid e Clareira Druídica da Borda do Campo. Após às 22h, seguiu-se mais uma procissão com o pessoal da escola de druidismo de Bandruí de Gergóvia e participação de malabaristas e dançarinas.

A gastronomia também trouxe novidades com o pub viking Ludovick que serviu o Hidromel Taliesin nos sabores de amora, limão e hibisco; e o Porco Bruto, cujo prato de destaque foi a costelinha a bafo regada em cascas de laranja e acompanhada de batatas fritas. O Javali Selvagem retornou ao evento com novas opções de lanches de carne de cordeiro e javali com molho de amoras silvestres e pimenta com mel. A casa de doces tradicionais É dos Anjos, o quiosque da Panela Vegetariana e a Barraca do Panda de comida japonesa também agradaram o paladar do público.

A Feira de artesanatos, oráculos e terapias naturais contou com mais de 40 expositores, afora exposição de artefatos da cultura cigana e ilustrações diversas que ficaram em pontos fixos do evento.Os visitantes também surpreenderam, ganhando destaque com a caracterização realista e os trajes temáticos.

 

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Em Família 😍😍😍

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A Feira Entre Mundos acontece em Várzea Paulista desde 2013 e tem como objetivo nos aproximar de nossas raízes ancestrais, retratando de forma lúdica a contextualização histórica sociocultural dos povos nos diversos continentes durante a Idade Antiga e Medieval, visando, através deste conhecimento, fomentar a diversidade cultural. Criada a partir de uma iniciativa voluntária, hoje o evento é representado pela união cooperativa de diversos artistas, professores e amantes da história antiga. O compromisso de apoio à instituições ambientais que a Feira Entre Mundos mantém desde a primeira edição tem sido um fator decisivo para a continuidade do projeto. Para tanto, destina parte da receita líquida arrecadada à instituição ambiental Associação Mata Ciliar, que realiza um excelente trabalho no cuidado da fauna e flora silvestre de toda a região. Saiba mais em //www.feiraentremundos.com.br

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